Recolha e partilha de fotos e dados históricos, nomeadamente do património, personalidades ilustres, casas solarengas, associações e colectividades, costumes, lendas e tradições, enfim todas as coisas de antanho.

Domingo, Outubro 25, 2009

Trabalhos Publicados

58 - Teatro «Salve-se quem puder»
57 - Giro de Basto
56 - Escola Primária de Fermil
55 - Teatro "Namoro Engraçado"
54 - Cruzeiro de Lordelo
53 - Milícias de Basto
52 - Casa da Roda
51 - D. Nuno Álvares Pereira
50 - Casas Novas
49 - Jardins de Basto
48 - Boas Festas 2009
47 - João Pinto Ribeiro
46 - Casa do Povo de Celorico
45 - Motor Clube de Basto
44 - A Lavoura dos Cães
43 - Freguesia de Vale de Bouro
42 - A Estela de Vila Boa
41 - S. Pedro - Orago de Britelo
40 - BVC - Bandeira
39 - Dr. Aurélio de Faria Lamela
38 - Freguesia de Gagos
37 - Lobo da Reboleira
36 - Lenda - Justiça popular
35 - Prof. António Alves de Moura
34 - Ponte de Arame
33 - Boas Festas 2008
32 - José do Telhado
31 - Marcha de Celorico
30 - Brasão e Bandeira
29 - Francisco Soares Basto
28 - Casa de Travassinhos
27 - Centro Comunitário
26 - Frei Bernardo de Vasconcelos
25 - Joaquim Narciso Bahia

24 - 5.000 Visitas
23 - Livros e Autores

22 - Prémio Prof. Oliveira
21 - Escultura A. Carneiro
20 - Associação de Ciclismo
19 - Freguesia de Britelo
18 - Primeiro Automóvel
17 - Freguesia de Gémeos
16 - Colecção de Fotoselos
15 - Freguesia de Veade
14 - Mapa Celorico de Basto
13 - António Senra (SANER)
12 - Boas Festas 2007
11 - Vestígio Arqueológico
10 - Feira de Santa Catarina
09 - O Castelo da Terra de Basto
08 - Dragões de Basto
07 - Cortejo de Oferendas
06 - Mons. Albino Silva
05 - Vista aérea da Vila
04 - BVC 80 Anos
03 - Praça Albino Alves Pereira
02 - Castelo de Arnoia
01 - Boas-Vindas

Teatro «Salve-se quem puder»

Nos anos 50 do século XX, o salão de festas dos Bombeiros Voluntários Celoricenses foi palco de inúmeras representações teatrais, levadas a efeito por um grupo de actores amadores de Celorico de Basto.

Um aspecto da revista regional “Salve-se quem puder”,
original de Dr. João Lemos.


Foto de 1954 nos jardins públicos da Praça Albino Alves Pereira
com parte do elenco de actores celoricenses

Domingo, Setembro 20, 2009

Giro de Basto

Esta prova de ciclismo realizou-se pela primeira vez em Celorico de Basto no ano de 1948.

Sexta-feira, Agosto 28, 2009

Escola Primária de Fermil

No âmbito do Plano dos Centenários, foi construído um Edifício Escolar, na povoação de Fermil de Basto, com quatro amplas salas, sendo duas para o sexo masculino, uma para o sexo feminino e outra mista.
O terreno foi doado pelo casal de beneméritos, Capitão José António Queirós Saavedra e sua esposa D. Maria Emília Gustanho Saavedra.
A nova escola, uma das melhores de toda a região de Basto, era uma velha aspiração da população de Além-Pinha.
Para preparar o programa de inauguração do Edifício Escolar de Fermil de Basto, foi constituída uma Comissão Executiva, que integrava as seguintes individualidades: Profª D. Maria Emília da Silva, Profª D. Maria Augusta Alves Teixeira de Araújo, D. Maria Armanda da Costa Lacerda Pinto, D. Maria Sameiro Lopes Guimarães Coelho, Pe. David Coelho, Pe. Manuel Bastos, Albano de Magalhães, José Joaquim Teixeira Alves e Manuel Teixeira Palhares.
No dia 15 de Junho de 1952 foi inaugurada a nova Escola de Fermil, para as crianças das freguesias de Molares, Gagos e Veade.
Após a Missa Campal, junto à capela de Nossa Senhora da Conceição em Fermil, a população concentrou-se junto ao Edifício Escolar, para assistir à bênção da nova escola e à sessão solene de inauguração, que foi presidida pelo Governador Civil de Braga. Faziam também parte da mesa, o Presidente da Câmara de Celorico de Basto, Eduardo Pinheiro Torres, o Vice-Presidente, Joaquim Narciso Bahia, o Delegado Escolar do Distrito de Braga, o Arcipreste Revº Pe. Joaquim Magalhães Lima, o Comendador Mota Ribeiro, o Capitão José Saavedra, o Capitão Guedes Gomes, o Dr. Inácio Xavier e a Professora D. Maria Emília da Silva.

Sábado, Julho 25, 2009

Teatro “Namoro Engraçado”

A peça de teatro “Namoro Engraçado” foi representada inúmeras vezes por actores celoricenses, durante os anos 50 do séc. XX, na sala de espectáculos do antigo Quartel dos Bombeiros Voluntários Celoricenses.
Toda a história estava centrada num namoro proibido pelos pais da jovem, e para ultrapassar este obstáculo, o galã entrava pela janela da casa da sua namorada, sendo interceptado por dois Cabos da Ordem, que o procuravam prender, por intrusão em propriedade alheia. Quem acaba por autorizar o namoro deste jovem casal, foi a avó da moça, por sinal também bonita e elegante.

Apelamos aos nossos leitores, que através dos seus comentários procurem identificar o elenco desta peça.

Quarta-feira, Junho 10, 2009

Cruzeiro de Lordelo

O Cruzeiro de Lordelo está implantado junto ao cruzamento do lugar de Lordelo, freguesia de Veade, concelho de Celorico de Basto, em terreno fronteiro a uma casa de habitação. Testemunho da vivência religiosa exterior, que imprime aos espaços e caminhos uma dimensão sagrada, o cruzeiro deveria complementar as manifestações religiosas das igrejas, que ciclicamente atraíam os crentes que aqui se deslocavam em romaria.
A vocação religiosa do local parece ser bastante remota, e a sua construção, presume-se que seja do século XVIII.
O cruzeiro assenta sobre um soco quadrangular, com um pedestal prismático com coluna monolítica, rematada por capitel escalonado, e uma esfera encimada por uma cruz latina.
Actualmente e devido à construção de uma casa de habitação e do seu acesso, o terreno encontra-se escavado a toda a volta do cruzeiro, pondo em risco a sua existência enquanto monumento concelhio.